30 de jul. de 2012
29 de jul. de 2012
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27 de jul. de 2012
26 de jul. de 2012
Pense antes de brincar com cobras !
Em questão de segundos todo sangue é transformado num pedaço sólido de sangue coagulado. Fantástico, saca só isso:
.
Pense algumas gotas desse veneno aplicado na sua veia!
25 de jul. de 2012
Sensações estranhas na hora de dormir?
Basta ver...
Uma mulher resolveu filmar o seu quarto enquanto dormia, pois sentia que existia mais alguém lá enquanto ela dormia. Digamos que a surpresa dela não foi muito agradável. Veja o porque.
TEM CORAGEM?
Na boa, quando vi o vídeo só não fiz nas calças por que não estava pronto. Senão.....
Pesadelos
Todos os dias meu objetivo aqui é fazer você ter pesadelos... Mas olha só, estudos recentes mostram que pesadelos podem ser uma coisa boa! Tem até uma dica no final pra você vencer os pesadelos...
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Estou em uma praia paradisíaca em Bora Bora. A água é azul-turquesa, a areia é muito branca, o dia está ensolarado. De repente tudo faz silêncio. Olho para o mar e vejo ondas gigantescas se aproximando. Vinte, 30, 40 metros de água chegando cada vez mais perto. Saio correndo para me proteger. Entro em um castelo medieval (?) e tranco as portas, mas as ondas o destroem. Continuo correndo. Entro em outra casa para me esconder, mas a maré também a engole. É então que acordo, apenas para reconhecer minha cama quentinha - e adormecer de novo. Começo a sonhar outra vez. Agora estou de férias num parque de diversões, cuja grande atração é a casa mal-assombrada. Lá dentro, leões que andam sobre duas patas e vestem cartolas e bengalas serão alimentados com bebês humanos. Angustiada, tento salvar as crianças, mas tudo que consigo é atrair a atenção dos leões para mim. Mais uma vez, saio correndo para fugir das feras. Corro tanto que chego ao fim do parque, à beira de um desfiladeiro. Estou tremendo de medo - e acordo. Foram dois pesadelos na mesma noite, mas não estou assustada. Nos últimos anos, já fui enterrada viva, participei de sessões de canibalismo, vi crianças se matando, comi ratos vivos, fui envenenada e morri centenas de vezes. Faço parte dos 2 a 6% da população mundial que tem pesadelos recorrentes, mais de uma vez por semana (no meu caso, quase todos os dias). Mas sou apenas o exemplo extremo de algo que todo mundo tem: sonhos ruins - que têm lógica, importância e significado próprios dentro do delirante mundo dos sonhos.
Ter muitos pesadelos, na verdade, não é coisa extraordinária. Um dos maiores estudos já feitos sobre conteúdo dos sonhos, que analisou 500 homens e 500 mulheres, mostrou que é muito mais comum sentir medo, ansiedade e apreensão durante a noite do que alegria ou felicidade. E que, em um terço dos sonhos, a pessoa passa por algum grande "infortúnio": doenças, ameaças, morte. Elementos sobrenaturais são comuns (alô, leões bípedes de cartola?). Durante a infância, quase metade das crianças tem pesadelos todas as semanas. Na vida adulta, as mulheres sofrem mais com eles do que os homens, e fortes emoções são mais frequentes nos sonhos delas - 57% contra 41%. (Isso faz sentido porque, ao longo do milênios, mulheres foram vítimas mais frequentes de ataques e violência.) Pesadelos fazem parte da vida noturna de qualquer pessoa, o que indica que talvez tenham alguma função evolutiva, e sejam pouco mais do que apenas um capricho do cérebro dormindo.
Estou em uma praia paradisíaca em Bora Bora. A água é azul-turquesa, a areia é muito branca, o dia está ensolarado. De repente tudo faz silêncio. Olho para o mar e vejo ondas gigantescas se aproximando. Vinte, 30, 40 metros de água chegando cada vez mais perto. Saio correndo para me proteger. Entro em um castelo medieval (?) e tranco as portas, mas as ondas o destroem. Continuo correndo. Entro em outra casa para me esconder, mas a maré também a engole. É então que acordo, apenas para reconhecer minha cama quentinha - e adormecer de novo. Começo a sonhar outra vez. Agora estou de férias num parque de diversões, cuja grande atração é a casa mal-assombrada. Lá dentro, leões que andam sobre duas patas e vestem cartolas e bengalas serão alimentados com bebês humanos. Angustiada, tento salvar as crianças, mas tudo que consigo é atrair a atenção dos leões para mim. Mais uma vez, saio correndo para fugir das feras. Corro tanto que chego ao fim do parque, à beira de um desfiladeiro. Estou tremendo de medo - e acordo. Foram dois pesadelos na mesma noite, mas não estou assustada. Nos últimos anos, já fui enterrada viva, participei de sessões de canibalismo, vi crianças se matando, comi ratos vivos, fui envenenada e morri centenas de vezes. Faço parte dos 2 a 6% da população mundial que tem pesadelos recorrentes, mais de uma vez por semana (no meu caso, quase todos os dias). Mas sou apenas o exemplo extremo de algo que todo mundo tem: sonhos ruins - que têm lógica, importância e significado próprios dentro do delirante mundo dos sonhos.
Ter muitos pesadelos, na verdade, não é coisa extraordinária. Um dos maiores estudos já feitos sobre conteúdo dos sonhos, que analisou 500 homens e 500 mulheres, mostrou que é muito mais comum sentir medo, ansiedade e apreensão durante a noite do que alegria ou felicidade. E que, em um terço dos sonhos, a pessoa passa por algum grande "infortúnio": doenças, ameaças, morte. Elementos sobrenaturais são comuns (alô, leões bípedes de cartola?). Durante a infância, quase metade das crianças tem pesadelos todas as semanas. Na vida adulta, as mulheres sofrem mais com eles do que os homens, e fortes emoções são mais frequentes nos sonhos delas - 57% contra 41%. (Isso faz sentido porque, ao longo do milênios, mulheres foram vítimas mais frequentes de ataques e violência.) Pesadelos fazem parte da vida noturna de qualquer pessoa, o que indica que talvez tenham alguma função evolutiva, e sejam pouco mais do que apenas um capricho do cérebro dormindo.
O boneco Robert.
Em 1896, uma empregada – praticante de voodoo, segundo a história – descontente com seus patrões resolveu fazer algo para “retribuí-los”.
Deu de presente ao filho do casal, Robert Eugene Gene, um boneco de 1m de altura e recheado de palha. Tinha um rosto humanizado e se tornou muito adorado pelo garoto. Ele decidiu chamar o boneco de “Robert”.
O boneco se tornou companhia inseparável de Gene. Seu pai costumava ouví-lo constantemente falando com o boneco. Isso seria normal, se os pais não ouvissem Gene respondendo a si mesmo com uma voz completamente diferente da sua.
Coisas estranhas começaram a acontecer. Vizinhos diziam ver Robert aparecer de janela em janela, quando a família estava fora de casa. Gene começou a culpar Robert quando algo errado acontecia. Seus pais diziam ouvir risos do boneco e podiam jurar ver o vulto de Robert correndo pela casa.

Gene começou a ter pesadelos e acordar gritando. Quando seus pais entravam no quarto encontravam-o bagunçado, com móveis virados, com o menino encolhido com medo e o boneco nos pés da cama sentado. “Foi o Robert!”… O boneco foi colocado no sótão e ficou lá por muitos anos.
Quando os pais de Gene morreram ele redescobriu Robert no sótão. O poder de Robert sobre Gene era forte e no momento em que Gene pôs os olhos em Robert, sua influência pode ser sentida novamente. A esposa de Gene sentia-se desconfortável com o boneco. Um dia cansou-se do olhar incômodo do boneco e o devolveu ao sótão. Gene ficou chateado e exigiu que Robert tivesse um quarto só para ele, de
onde pudesse ver a rua pela janela. Ele colocou o boneco em um quarto, próximo à janela. Pouco depois a sanidade de Gene começou a a ser questionada.
Os cidadãos de Key West ouviram falar de Robert e sua maldade. Muitos diziam ver Robert na janela rindo de suas caras quando passavam pela casa. Crianças evitavam passar perto da casa com medo do olhar maligno de Robert.
Gene, disse que certa vez ao visitar Robert em seu quarto, encontrou-o na cadeira de balanço com raiva de seu quarto. Isso fez com que Gene se enchesse de Robert, mas o boneco tinha outros planos.
Visitantes diziam ouvir passos indo e vindo no sótão e estranhas risadas, após um tempo as visitas cessaram na casa de Gene.
Gene morreu em 1972 e a casa foi vendida a uma outra família e o conto de Robert foi esquecido…
Mas Robert esperou pacientemente até ser novamente redescoberto no sótão pela filha de 10 anos dos novos proprietários da casa. Pouco tempo depois a menina começou a se queixar que Robert a torturava e infernizava sua vida. Mesmo após 30 anos ela continua a afirmar que “A boneca estava viva e queria matá-la”.
24 de jul. de 2012
Filho perde o braço e vai dormir para não levar bronca da mãe
Na Alemanha, brincadeira com máquina de lavar velha cortou membro da criança
Na última quarta, na cidade de Ulm, no sul da Alemanha, um garoto de 4 anos de idade perdeu o braço num terrível acidente doméstico e foi para a cama escondido, sem contar nada pra ninguém, com medo de levar bronca da mãe.
Com ajuda de seu irmão mais velho, o garoto enrolou o braço em uma toalha e foi para cama. O irmão botou o membro amputado dentro do freezer e foi pra cama também.
Na manhã seguinte, quando a mãe foi acordá-lo, ele teria pedido desculpas por ter perdido o braço.
- Desculpa, mami. Eu fui brincar e perdi meu braço. Eu não queria, ele teria dito.
O garoto foi levado de ambulância para o hospital, junto com o braço, que não pode ser implantado de volta.
- Foi nada menos que um milagre ele não ter sangrado até a morte durante a noite, disse Wolfgang Juergens, em nome da polícia de Ulms
O acidente aconteceu porque o garoto estava brincando, junto com o irmão de 11, com uma máquina de lavar velha, que estava parcialmente desmontada e seu braço ficou preso quando ela foi ligada.
23 de jul. de 2012
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