Lizzie caminhava hesitante pelas ruas movimentadas de Nova York, como se temesse o próprio chão que pisava.
Isso tudo por que, Ian Martell, um traficante de drogas que morava no apartamento defronte ao seu ia sair da prisão hoje, 18/01/12. Lizzie o denunciou e testemunhou contra ele no tribunal, o que deu na prisão de Ian.
Sete anos se passaram desde então, Lizzie, por sua vez não procurou outra residencia para morar, continuou no mesmo apartamento barato onde sempre vivera. Mesmo sabendo que o apartamento na frente continuava pertencendo ao antigo dono, Ian.
Depois de um longo dia Lizzie voltou para seu apartamento, tomou um banho relaxante de banheira e foi dormir.
Quatro da manhã. Lizzie escuta alguém bater na porta. O medo a consome. Mesmo assim, abre a porta.
De inicio não reconheceu o homem barbudo e largado que se postava diante dela, mas quando ele entrou em seu apartamento sem dizer nada ela o reconheceu. Ian.
Ele trancou a porta.
- Quem fala de mais amanhece com a boca cheia de formigas - ameaçou.
- Este ditado é velho - rebateu Lizzie, mantendo a postura de durona.
- Que tal descobrir se isso é verdade?
Logo após Ian terminar a frase, ela pegou o vaso de flores que estava ao seu lado e tacou em direção à ele. Não acertou. Lizzie correu desesperada a procura de algum esconderijo, mas ela sabia: hoje ela ia morrer.
Ian correu atrás dela. Lizzie estava em no quarto de hóspedes, o lugar mais próximo que ela conseguiu encontrar, mas então lembrou que este não tinha tranca. Quando se voltou para fugir era tarde demais. Ele a esperava na porta segurando uma enorme faca.
Ela gritou de desespero. Ele se aproximou mais e mais. Lizzie estava em estado de choque e, não saiu do lugar. Quando se aproximou, Ian cortou a garganta dela em vários pontos. Sangue arterial voava por todos os lados, e Lizzie dava os últimos gritos antes de sua cabeça cair do pescoço.